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A nota da sua prefeitura · dados do Tesouro Nacional
Nota das prefeituras do Pará — 108 de 133 cidades com nota
Das 133 prefeituras do Pará, 108 têm nota. 43 estão com indicadores saudáveis, 43 pedem atenção e 22 têm indicadores frágeis; 25 não publicaram o demonstrativo exigido. A nota mediana das cidades é 74, e a maior nota do estado é 100. O Governo do Pará tem nota 100.
Dados de 05/11/2026 · recálculo mensal
Governo do Pará: nota 100
- Contas a pagar × caixa livre (24%, 100 pontos, peso 35). No fim de 2025, para cada R$ 100 de caixa livre havia R$ 24 em contas de serviços e compras já entregues e ainda não pagas (R$ 468,6 mi a pagar, R$ 1,94 bi em caixa livre). Fonte: Tesouro Nacional (SICONFI).
- Gasto com pessoal (37,6%, 100 pontos, peso 25). A folha de pessoal usa 37,6% da receita corrente líquida; a Lei de Responsabilidade Fiscal fixa o limite em 49%. Está dentro do limite (2º quadrimestre de 2026). Fonte: Tesouro Nacional (SICONFI).
- Endividamento (24,1%, 100 pontos, peso 15). A dívida consolidada equivale a 24,1% da receita corrente líquida; o teto fixado pelo Senado é 200% (2º quadrimestre de 2026). Fonte: Tesouro Nacional (SICONFI).
- Prestação de contas (em dia, 100 pontos, peso 10). O último relatório bimestral de execução do orçamento entregue ao Tesouro é o do 4º bimestre de 2026: entrega em dia. Fonte: Tesouro Nacional (SICONFI).
Ranking das prefeituras do Pará
- Altamira: 100 (1º)
- Ananindeua: 100 (1º)
- Augusto Corrêa: 100 (1º)
- Bagre: 100 (1º)
- Barcarena: 100 (1º)
- Belém: 100 (1º)
- Bonito: 100 (1º)
- Breu Branco: 100 (1º)
- Canaã dos Carajás: 100 (1º)
- Floresta do Araguaia: 100 (1º)
- Inhangapi: 100 (1º)
- Marabá: 100 (1º)
- Mojuí dos Campos: 100 (1º)
- Novo Progresso: 100 (1º)
- Ourilândia do Norte: 100 (1º)
- Rio Maria: 100 (1º)
- Santa Izabel do Pará: 100 (1º)
- Santana do Araguaia: 100 (1º)
- Trairão: 100 (1º)
- Tucumã: 100 (1º)
- Vitória do Xingu: 100 (1º)
- Capanema: 95 (22º)
- Juruti: 95 (22º)
- Água Azul do Norte: 91 (24º)
- Benevides: 91 (24º)
- Igarapé-Açu: 91 (24º)
- Parauapebas: 91 (24º)
- Senador José Porfírio: 91 (24º)
- Tomé-Açu: 91 (24º)
- Santarém: 88 (30º)
- Ulianópolis: 88 (30º)
- Porto de Moz: 85 (32º)
- Belterra: 82 (33º)
- Brasil Novo: 82 (33º)
- Itupiranga: 82 (33º)
- Paragominas: 82 (33º)
- São Domingos do Capim: 82 (33º)
- Terra Santa: 82 (33º)
- Xinguara: 82 (33º)
- Novo Repartimento: 79 (40º)
- Piçarra: 79 (40º)
- São Francisco do Pará: 79 (40º)
- Itaituba: 77 (43º)
- Alenquer: 74 (44º)
- Baião: 74 (44º)
- Curuá: 74 (44º)
- Irituia: 74 (44º)
- Limoeiro do Ajuru: 74 (44º)
- Mãe do Rio: 74 (44º)
- Maracanã: 74 (44º)
- Moju: 74 (44º)
- Óbidos: 74 (44º)
- Ponta de Pedras: 74 (44º)
- Redenção: 74 (44º)
- Rondon do Pará: 74 (44º)
- Santo Antônio do Tauá: 74 (44º)
- São Sebastião da Boa Vista: 74 (44º)
- Soure: 74 (44º)
- Vigia: 74 (44º)
- Conceição do Araguaia: 70 (60º)
- Jacundá: 70 (60º)
- Nova Ipixuna: 70 (60º)
- Nova Timboteua: 70 (60º)
- Oriximiná: 70 (60º)
- São Miguel do Guamá: 70 (60º)
- Almeirim: 68 (66º)
- Curuçá: 68 (66º)
- Mocajuba: 68 (66º)
- São Geraldo do Araguaia: 68 (66º)
- Anapu: 66 (70º)
- Breves: 63 (71º)
- Chaves: 63 (71º)
- Nova Esperança do Piriá: 63 (71º)
- Prainha: 63 (71º)
- Anajás: 61 (75º)
- Dom Eliseu: 61 (75º)
- Santa Luzia do Pará: 61 (75º)
- Tracuateua: 61 (75º)
- Ipixuna do Pará: 58 (79º)
- Afuá: 56 (80º)
- Tucuruí: 56 (80º)
- Jacareacanga: 55 (82º)
- Gurupá: 53 (83º)
- Placas: 53 (83º)
- Aurora do Pará: 51 (85º)
- Aveiro: 51 (85º)
- Colares: 47 (87º)
- Curralinho: 47 (87º)
- Eldorado do Carajás: 47 (87º)
- Goianésia do Pará: 47 (87º)
- Oeiras do Pará: 47 (87º)
- Abaetetuba: 35 (92º)
- Bragança: 35 (92º)
- Cametá: 35 (92º)
- Capitão Poço: 35 (92º)
- Castanhal: 35 (92º)
- Garrafão do Norte: 35 (92º)
- Monte Alegre: 35 (92º)
- Pacajá: 35 (92º)
- Portel: 35 (92º)
- Salinópolis: 35 (92º)
- Santa Maria das Barreiras: 35 (92º)
- São Domingos do Araguaia: 35 (92º)
- Cachoeira do Arari: 31 (104º)
- Igarapé-Miri: 31 (104º)
- Marituba: 31 (104º)
- São Caetano de Odivelas: 23 (107º)
- Faro: 16 (108º)
- Acará: sem nota
- Bom Jesus do Tocantins: sem nota
- Bujaru: sem nota
- Cachoeira do Piriá: sem nota
- Concórdia do Pará: sem nota
- Cumaru do Norte: sem nota
- Curionópolis: sem nota
- Marapanim: sem nota
- Medicilândia: sem nota
- Melgaço: sem nota
- Muaná: sem nota
- Ourém: sem nota
- Primavera: sem nota
- Quatipuru: sem nota
- Rurópolis: sem nota
- Salvaterra: sem nota
- Santa Bárbara do Pará: sem nota
- Santa Maria do Pará: sem nota
- São Félix do Xingu: sem nota
- São João de Pirabas: sem nota
- São João do Araguaia: sem nota
- Tailândia: sem nota
- Terra Alta: sem nota
- Uruará: sem nota
- Viseu: sem nota
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Como calculamos
- Contas a pagar × caixa livre (peso 35). Quanto o ente deve por serviços e compras já entregues e não pagos, com recursos livres, comparado ao caixa livre no fim do último ano fechado. Até metade do caixa: 100 pontos; até o caixa todo: 70; até o dobro: 35; acima: 10. Sem este dado não há nota.
- Gasto com pessoal (peso 25). Despesa com pessoal sobre a receita corrente líquida, comparada ao limite da Lei de Responsabilidade Fiscal. Até 90% do limite: 100; até o limite prudencial (95%): 70; até o máximo: 40; acima: 10.
- Endividamento (peso 15). Dívida consolidada sobre a receita corrente líquida, comparada ao teto do Senado (120% para municípios, 200% para estados). Até metade do teto: 100; até 90%: 70; até o teto: 40; acima: 10.
- Prestação de contas em dia (peso 10). Se o último relatório bimestral de execução do orçamento foi entregue ao Tesouro dentro do prazo esperado.
- Nota final. Média ponderada dos indicadores disponíveis, com uma trava: a nota não passa de 25 pontos acima da nota de caixa (quem deve mais do que tem em caixa não sobe pela média dos outros). 75 ou mais: indicadores saudáveis; de 50 a 74: pede atenção; abaixo de 50: indicadores frágeis.
Fonte. Relatórios fiscais que o próprio ente entrega ao Tesouro Nacional (SICONFI, API pública): Relatório de Gestão Fiscal (anexos de pessoal, dívida e caixa/restos a pagar) e Relatório Resumido de Execução Orçamentária. Só o Poder Executivo.
Cobertura. Têm nota os 5.570 municípios, os 26 estados e o Distrito Federal, quando o relatório exigido está publicado no Tesouro. Ficam sem nota: estatais, autarquias com caixa próprio, consórcios públicos, Sistema S e entidades privadas (não entregam esses relatórios no mesmo padrão), e os entes que não publicaram o demonstrativo de caixa do último ano fechado. A Câmara Municipal e a Assembleia não entram: os números são do Poder Executivo.
Aviso. Esta nota é o resultado de uma regra fixa aplicada a dados públicos oficiais. Não é opinião, não avalia pessoas nem gestões e não substitui a leitura dos relatórios. Ela mede a capacidade de pagar em dia (sobra caixa para as contas já entregues?), não o prazo real de cada pagamento.
Perguntas frequentes
Qual cidade do Pará tem a maior nota?
Nesta rodada, a maior nota do Pará é 100, dividida por Altamira, Ananindeua, Augusto Corrêa, Bagre, Barcarena, Belém, Bonito, Breu Branco, Canaã dos Carajás, Floresta do Araguaia, Inhangapi, Marabá, Mojuí dos Campos, Novo Progresso, Ourilândia do Norte, Rio Maria, Santa Izabel do Pará, Santana do Araguaia, Trairão, Tucumã, Vitória do Xingu. A lista completa está nesta página.
De onde vêm os números?
Relatórios fiscais que o próprio ente entrega ao Tesouro Nacional (SICONFI, API pública): Relatório de Gestão Fiscal (anexos de pessoal, dívida e caixa/restos a pagar) e Relatório Resumido de Execução Orçamentária. Só o Poder Executivo.
Como a nota é calculada?
Contas a pagar × caixa livre (peso 35): Quanto o ente deve por serviços e compras já entregues e não pagos, com recursos livres, comparado ao caixa livre no fim do último ano fechado. Até metade do caixa: 100 pontos; até o caixa todo: 70; até o dobro: 35; acima: 10. Sem este dado não há nota. Gasto com pessoal (peso 25): Despesa com pessoal sobre a receita corrente líquida, comparada ao limite da Lei de Responsabilidade Fiscal. Até 90% do limite: 100; até o limite prudencial (95%): 70; até o máximo: 40; acima: 10. Endividamento (peso 15): Dívida consolidada sobre a receita corrente líquida, comparada ao teto do Senado (120% para municípios, 200% para estados). Até metade do teto: 100; até 90%: 70; até o teto: 40; acima: 10. Prestação de contas em dia (peso 10): Se o último relatório bimestral de execução do orçamento foi entregue ao Tesouro dentro do prazo esperado. Nota final: Média ponderada dos indicadores disponíveis, com uma trava: a nota não passa de 25 pontos acima da nota de caixa (quem deve mais do que tem em caixa não sobe pela média dos outros). 75 ou mais: indicadores saudáveis; de 50 a 74: pede atenção; abaixo de 50: indicadores frágeis.
A nota diz se o prefeito ou o governador é bom ou ruim?
Esta nota é o resultado de uma regra fixa aplicada a dados públicos oficiais. Não é opinião, não avalia pessoas nem gestões e não substitui a leitura dos relatórios. Ela mede a capacidade de pagar em dia (sobra caixa para as contas já entregues?), não o prazo real de cada pagamento.
Quem fica sem nota?
Têm nota os 5.570 municípios, os 26 estados e o Distrito Federal, quando o relatório exigido está publicado no Tesouro. Ficam sem nota: estatais, autarquias com caixa próprio, consórcios públicos, Sistema S e entidades privadas (não entregam esses relatórios no mesmo padrão), e os entes que não publicaram o demonstrativo de caixa do último ano fechado. A Câmara Municipal e a Assembleia não entram: os números são do Poder Executivo.
De quanto em quanto tempo atualiza?
Recalculamos uma vez por mês, com os relatórios mais recentes publicados no Tesouro. A data do cálculo aparece em cada página.
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