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A nota da sua prefeitura · dados do Tesouro Nacional
Nota das prefeituras da Paraíba — 87 de 91 cidades com nota
Das 91 prefeituras da Paraíba, 87 têm nota. 34 estão com indicadores saudáveis, 25 pedem atenção e 28 têm indicadores frágeis; 4 não publicaram o demonstrativo exigido. A nota mediana das cidades é 74, e a maior nota do estado é 100. O Governo da Paraíba tem nota 74.
Dados de 05/11/2026 · recálculo mensal
Governo da Paraíba: nota 74
- Contas a pagar × caixa livre (1%, 100 pontos, peso 35). No fim de 2025, para cada R$ 100 de caixa livre havia R$ 1 em contas de serviços e compras já entregues e ainda não pagas (R$ 60,7 mi a pagar, R$ 4,53 bi em caixa livre). Fonte: Tesouro Nacional (SICONFI).
- Gasto com pessoal (51,5%, 10 pontos, peso 25). A folha de pessoal usa 51,5% da receita corrente líquida; a Lei de Responsabilidade Fiscal fixa o limite em 49%. Está acima do limite máximo (2º quadrimestre de 2026). Fonte: Tesouro Nacional (SICONFI).
- Endividamento (37,4%, 100 pontos, peso 15). A dívida consolidada equivale a 37,4% da receita corrente líquida; o teto fixado pelo Senado é 200% (2º quadrimestre de 2026). Fonte: Tesouro Nacional (SICONFI).
- Prestação de contas (em dia, 100 pontos, peso 10). O último relatório bimestral de execução do orçamento entregue ao Tesouro é o do 4º bimestre de 2026: entrega em dia. Fonte: Tesouro Nacional (SICONFI).
Ranking das prefeituras da Paraíba
- Areia: 100 (1º)
- Cachoeira dos Índios: 100 (1º)
- Cajazeiras: 100 (1º)
- Cuité: 100 (1º)
- Fagundes: 100 (1º)
- João Pessoa: 100 (1º)
- Puxinanã: 100 (1º)
- Queimadas: 100 (1º)
- Santa Luzia: 100 (1º)
- Sumé: 100 (1º)
- Taperoá: 100 (1º)
- Triunfo: 100 (1º)
- Uiraúna: 100 (1º)
- Alagoa Grande: 91 (14º)
- Conde: 91 (14º)
- Juripiranga: 91 (14º)
- Massaranduba: 91 (14º)
- Arara: 89 (18º)
- Serra Branca: 89 (18º)
- Coremas: 88 (20º)
- Marcação: 85 (21º)
- Brejo do Cruz: 82 (22º)
- Cabedelo: 82 (22º)
- Cruz do Espírito Santo: 82 (22º)
- Esperança: 82 (22º)
- Guarabira: 82 (22º)
- Gurinhém: 82 (22º)
- Imaculada: 82 (22º)
- Sousa: 82 (22º)
- Campina Grande: 79 (30º)
- Itatuba: 79 (30º)
- Mamanguape: 79 (30º)
- Paulista: 79 (30º)
- São Bento: 77 (34º)
- Alagoa Nova: 74 (35º)
- Alhandra: 74 (35º)
- Barra de Santa Rosa: 74 (35º)
- Nova Floresta: 74 (35º)
- Patos: 74 (35º)
- Picuí: 74 (35º)
- Pirpirituba: 74 (35º)
- Salgado de São Félix: 74 (35º)
- Santa Rita: 74 (35º)
- São Sebastião de Lagoa de Roça: 74 (35º)
- Baía da Traição: 70 (45º)
- Belém: 70 (45º)
- Itapororoca: 70 (45º)
- Monteiro: 70 (45º)
- Pombal: 70 (45º)
- Rio Tinto: 70 (45º)
- Itabaiana: 68 (51º)
- Soledade: 68 (51º)
- São João do Rio do Peixe: 64 (53º)
- Araruna: 61 (54º)
- Caaporã: 61 (54º)
- Aroeiras: 60 (56º)
- Conceição: 60 (56º)
- Pocinhos: 60 (56º)
- Princesa Isabel: 60 (56º)
- São Vicente do Seridó: 46 (60º)
- Mari: 41 (61º)
- Água Branca: 35 (62º)
- Alagoinha: 35 (62º)
- Araçagi: 35 (62º)
- Bananeiras: 35 (62º)
- Bonito de Santa Fé: 35 (62º)
- Boqueirão: 35 (62º)
- Cacimba de Dentro: 35 (62º)
- Catolé do Rocha: 35 (62º)
- Dona Inês: 35 (62º)
- Ingá: 35 (62º)
- Itaporanga: 35 (62º)
- Jacaraú: 35 (62º)
- Juazeirinho: 35 (62º)
- Juru: 35 (62º)
- Lagoa Seca: 35 (62º)
- Mogeiro: 35 (62º)
- Pedras de Fogo: 35 (62º)
- Piancó: 35 (62º)
- Pitimbu: 35 (62º)
- Remígio: 35 (62º)
- São José de Piranhas: 35 (62º)
- Tavares: 35 (62º)
- Umbuzeiro: 35 (62º)
- Lucena: 31 (85º)
- Sapé: 31 (85º)
- Bayeux: 21 (87º)
- Manaíra: sem nota
- Pilar: sem nota
- Solânea: sem nota
- Teixeira: sem nota
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Como calculamos
- Contas a pagar × caixa livre (peso 35). Quanto o ente deve por serviços e compras já entregues e não pagos, com recursos livres, comparado ao caixa livre no fim do último ano fechado. Até metade do caixa: 100 pontos; até o caixa todo: 70; até o dobro: 35; acima: 10. Sem este dado não há nota.
- Gasto com pessoal (peso 25). Despesa com pessoal sobre a receita corrente líquida, comparada ao limite da Lei de Responsabilidade Fiscal. Até 90% do limite: 100; até o limite prudencial (95%): 70; até o máximo: 40; acima: 10.
- Endividamento (peso 15). Dívida consolidada sobre a receita corrente líquida, comparada ao teto do Senado (120% para municípios, 200% para estados). Até metade do teto: 100; até 90%: 70; até o teto: 40; acima: 10.
- Prestação de contas em dia (peso 10). Se o último relatório bimestral de execução do orçamento foi entregue ao Tesouro dentro do prazo esperado.
- Nota final. Média ponderada dos indicadores disponíveis, com uma trava: a nota não passa de 25 pontos acima da nota de caixa (quem deve mais do que tem em caixa não sobe pela média dos outros). 75 ou mais: indicadores saudáveis; de 50 a 74: pede atenção; abaixo de 50: indicadores frágeis.
Fonte. Relatórios fiscais que o próprio ente entrega ao Tesouro Nacional (SICONFI, API pública): Relatório de Gestão Fiscal (anexos de pessoal, dívida e caixa/restos a pagar) e Relatório Resumido de Execução Orçamentária. Só o Poder Executivo.
Cobertura. Têm nota os 5.570 municípios, os 26 estados e o Distrito Federal, quando o relatório exigido está publicado no Tesouro. Ficam sem nota: estatais, autarquias com caixa próprio, consórcios públicos, Sistema S e entidades privadas (não entregam esses relatórios no mesmo padrão), e os entes que não publicaram o demonstrativo de caixa do último ano fechado. A Câmara Municipal e a Assembleia não entram: os números são do Poder Executivo.
Aviso. Esta nota é o resultado de uma regra fixa aplicada a dados públicos oficiais. Não é opinião, não avalia pessoas nem gestões e não substitui a leitura dos relatórios. Ela mede a capacidade de pagar em dia (sobra caixa para as contas já entregues?), não o prazo real de cada pagamento.
Perguntas frequentes
Qual cidade da Paraíba tem a maior nota?
Nesta rodada, a maior nota da Paraíba é 100, dividida por Areia, Cachoeira dos Índios, Cajazeiras, Cuité, Fagundes, João Pessoa, Puxinanã, Queimadas, Santa Luzia, Sumé, Taperoá, Triunfo, Uiraúna. A lista completa está nesta página.
De onde vêm os números?
Relatórios fiscais que o próprio ente entrega ao Tesouro Nacional (SICONFI, API pública): Relatório de Gestão Fiscal (anexos de pessoal, dívida e caixa/restos a pagar) e Relatório Resumido de Execução Orçamentária. Só o Poder Executivo.
Como a nota é calculada?
Contas a pagar × caixa livre (peso 35): Quanto o ente deve por serviços e compras já entregues e não pagos, com recursos livres, comparado ao caixa livre no fim do último ano fechado. Até metade do caixa: 100 pontos; até o caixa todo: 70; até o dobro: 35; acima: 10. Sem este dado não há nota. Gasto com pessoal (peso 25): Despesa com pessoal sobre a receita corrente líquida, comparada ao limite da Lei de Responsabilidade Fiscal. Até 90% do limite: 100; até o limite prudencial (95%): 70; até o máximo: 40; acima: 10. Endividamento (peso 15): Dívida consolidada sobre a receita corrente líquida, comparada ao teto do Senado (120% para municípios, 200% para estados). Até metade do teto: 100; até 90%: 70; até o teto: 40; acima: 10. Prestação de contas em dia (peso 10): Se o último relatório bimestral de execução do orçamento foi entregue ao Tesouro dentro do prazo esperado. Nota final: Média ponderada dos indicadores disponíveis, com uma trava: a nota não passa de 25 pontos acima da nota de caixa (quem deve mais do que tem em caixa não sobe pela média dos outros). 75 ou mais: indicadores saudáveis; de 50 a 74: pede atenção; abaixo de 50: indicadores frágeis.
A nota diz se o prefeito ou o governador é bom ou ruim?
Esta nota é o resultado de uma regra fixa aplicada a dados públicos oficiais. Não é opinião, não avalia pessoas nem gestões e não substitui a leitura dos relatórios. Ela mede a capacidade de pagar em dia (sobra caixa para as contas já entregues?), não o prazo real de cada pagamento.
Quem fica sem nota?
Têm nota os 5.570 municípios, os 26 estados e o Distrito Federal, quando o relatório exigido está publicado no Tesouro. Ficam sem nota: estatais, autarquias com caixa próprio, consórcios públicos, Sistema S e entidades privadas (não entregam esses relatórios no mesmo padrão), e os entes que não publicaram o demonstrativo de caixa do último ano fechado. A Câmara Municipal e a Assembleia não entram: os números são do Poder Executivo.
De quanto em quanto tempo atualiza?
Recalculamos uma vez por mês, com os relatórios mais recentes publicados no Tesouro. A data do cálculo aparece em cada página.
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