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A nota da sua prefeitura · dados do Tesouro Nacional
Das 88 prefeituras do Rio de Janeiro, 81 têm nota. 64 estão com indicadores saudáveis, 9 pedem atenção e 8 têm indicadores frágeis; 7 não publicaram o demonstrativo exigido. A nota mediana das cidades é 100, e a maior nota do estado é 100. O Governo do Rio de Janeiro tem nota 75.
Dados de 05/11/2026 · recálculo mensal
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Fonte. Relatórios fiscais que o próprio ente entrega ao Tesouro Nacional (SICONFI, API pública): Relatório de Gestão Fiscal (anexos de pessoal, dívida e caixa/restos a pagar) e Relatório Resumido de Execução Orçamentária. Só o Poder Executivo.
Cobertura. Têm nota os 5.570 municípios, os 26 estados e o Distrito Federal, quando o relatório exigido está publicado no Tesouro. Ficam sem nota: estatais, autarquias com caixa próprio, consórcios públicos, Sistema S e entidades privadas (não entregam esses relatórios no mesmo padrão), e os entes que não publicaram o demonstrativo de caixa do último ano fechado. A Câmara Municipal e a Assembleia não entram: os números são do Poder Executivo.
Aviso. Esta nota é o resultado de uma regra fixa aplicada a dados públicos oficiais. Não é opinião, não avalia pessoas nem gestões e não substitui a leitura dos relatórios. Ela mede a capacidade de pagar em dia (sobra caixa para as contas já entregues?), não o prazo real de cada pagamento.
Nesta rodada, a maior nota do Rio de Janeiro é 100, dividida por Angra dos Reis, Aperibé, Araruama, Arraial do Cabo, Barra do Piraí, Bom Jardim, Bom Jesus do Itabapoana, Cachoeiras de Macacu, Cambuci, Cardoso Moreira, Casimiro de Abreu, Cordeiro, Duas Barras, Iguaba Grande, Itaboraí, Itaocara, Itatiaia, Macaé, Mangaratiba, Maricá, Mesquita, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Paracambi, Paraty, Petrópolis, Piraí, Porto Real, Quatis, Queimados, Rio das Ostras, Rio de Janeiro, Santa Maria Madalena, Santo Antônio de Pádua, São João da Barra, Sapucaia, Saquarema, Sumidouro, Valença, Volta Redonda. A lista completa está nesta página.
Relatórios fiscais que o próprio ente entrega ao Tesouro Nacional (SICONFI, API pública): Relatório de Gestão Fiscal (anexos de pessoal, dívida e caixa/restos a pagar) e Relatório Resumido de Execução Orçamentária. Só o Poder Executivo.
Contas a pagar × caixa livre (peso 35): Quanto o ente deve por serviços e compras já entregues e não pagos, com recursos livres, comparado ao caixa livre no fim do último ano fechado. Até metade do caixa: 100 pontos; até o caixa todo: 70; até o dobro: 35; acima: 10. Sem este dado não há nota. Gasto com pessoal (peso 25): Despesa com pessoal sobre a receita corrente líquida, comparada ao limite da Lei de Responsabilidade Fiscal. Até 90% do limite: 100; até o limite prudencial (95%): 70; até o máximo: 40; acima: 10. Endividamento (peso 15): Dívida consolidada sobre a receita corrente líquida, comparada ao teto do Senado (120% para municípios, 200% para estados). Até metade do teto: 100; até 90%: 70; até o teto: 40; acima: 10. Prestação de contas em dia (peso 10): Se o último relatório bimestral de execução do orçamento foi entregue ao Tesouro dentro do prazo esperado. Nota final: Média ponderada dos indicadores disponíveis, com uma trava: a nota não passa de 25 pontos acima da nota de caixa (quem deve mais do que tem em caixa não sobe pela média dos outros). 75 ou mais: indicadores saudáveis; de 50 a 74: pede atenção; abaixo de 50: indicadores frágeis.
Esta nota é o resultado de uma regra fixa aplicada a dados públicos oficiais. Não é opinião, não avalia pessoas nem gestões e não substitui a leitura dos relatórios. Ela mede a capacidade de pagar em dia (sobra caixa para as contas já entregues?), não o prazo real de cada pagamento.
Têm nota os 5.570 municípios, os 26 estados e o Distrito Federal, quando o relatório exigido está publicado no Tesouro. Ficam sem nota: estatais, autarquias com caixa próprio, consórcios públicos, Sistema S e entidades privadas (não entregam esses relatórios no mesmo padrão), e os entes que não publicaram o demonstrativo de caixa do último ano fechado. A Câmara Municipal e a Assembleia não entram: os números são do Poder Executivo.
Recalculamos uma vez por mês, com os relatórios mais recentes publicados no Tesouro. A data do cálculo aparece em cada página.