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A nota da sua prefeitura · dados do Tesouro Nacional
Das 34 prefeituras de Rondônia, 33 têm nota. 30 estão com indicadores saudáveis, 3 pedem atenção e 0 têm indicadores frágeis; 1 não publicaram o demonstrativo exigido. A nota mediana das cidades é 100, e a maior nota do estado é 100. O Governo de Rondônia tem nota 100.
Dados de 05/11/2026 · recálculo mensal
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Fonte. Relatórios fiscais que o próprio ente entrega ao Tesouro Nacional (SICONFI, API pública): Relatório de Gestão Fiscal (anexos de pessoal, dívida e caixa/restos a pagar) e Relatório Resumido de Execução Orçamentária. Só o Poder Executivo.
Cobertura. Têm nota os 5.570 municípios, os 26 estados e o Distrito Federal, quando o relatório exigido está publicado no Tesouro. Ficam sem nota: estatais, autarquias com caixa próprio, consórcios públicos, Sistema S e entidades privadas (não entregam esses relatórios no mesmo padrão), e os entes que não publicaram o demonstrativo de caixa do último ano fechado. A Câmara Municipal e a Assembleia não entram: os números são do Poder Executivo.
Aviso. Esta nota é o resultado de uma regra fixa aplicada a dados públicos oficiais. Não é opinião, não avalia pessoas nem gestões e não substitui a leitura dos relatórios. Ela mede a capacidade de pagar em dia (sobra caixa para as contas já entregues?), não o prazo real de cada pagamento.
Nesta rodada, a maior nota de Rondônia é 100, dividida por Alto Alegre dos Parecis, Alvorada D'Oeste, Ariquemes, Cerejeiras, Chupinguaia, Cujubim, Espigão D'Oeste, Guajará-Mirim, Itapuã do Oeste, Jaru, Ji-Paraná, Machadinho D'Oeste, Mirante da Serra, Monte Negro, Nova Brasilândia D'Oeste, Pimenta Bueno, Porto Velho, Presidente Médici, Rolim de Moura, São Miguel do Guaporé, Seringueiras, Urupá, Vilhena. A lista completa está nesta página.
Relatórios fiscais que o próprio ente entrega ao Tesouro Nacional (SICONFI, API pública): Relatório de Gestão Fiscal (anexos de pessoal, dívida e caixa/restos a pagar) e Relatório Resumido de Execução Orçamentária. Só o Poder Executivo.
Contas a pagar × caixa livre (peso 35): Quanto o ente deve por serviços e compras já entregues e não pagos, com recursos livres, comparado ao caixa livre no fim do último ano fechado. Até metade do caixa: 100 pontos; até o caixa todo: 70; até o dobro: 35; acima: 10. Sem este dado não há nota. Gasto com pessoal (peso 25): Despesa com pessoal sobre a receita corrente líquida, comparada ao limite da Lei de Responsabilidade Fiscal. Até 90% do limite: 100; até o limite prudencial (95%): 70; até o máximo: 40; acima: 10. Endividamento (peso 15): Dívida consolidada sobre a receita corrente líquida, comparada ao teto do Senado (120% para municípios, 200% para estados). Até metade do teto: 100; até 90%: 70; até o teto: 40; acima: 10. Prestação de contas em dia (peso 10): Se o último relatório bimestral de execução do orçamento foi entregue ao Tesouro dentro do prazo esperado. Nota final: Média ponderada dos indicadores disponíveis, com uma trava: a nota não passa de 25 pontos acima da nota de caixa (quem deve mais do que tem em caixa não sobe pela média dos outros). 75 ou mais: indicadores saudáveis; de 50 a 74: pede atenção; abaixo de 50: indicadores frágeis.
Esta nota é o resultado de uma regra fixa aplicada a dados públicos oficiais. Não é opinião, não avalia pessoas nem gestões e não substitui a leitura dos relatórios. Ela mede a capacidade de pagar em dia (sobra caixa para as contas já entregues?), não o prazo real de cada pagamento.
Têm nota os 5.570 municípios, os 26 estados e o Distrito Federal, quando o relatório exigido está publicado no Tesouro. Ficam sem nota: estatais, autarquias com caixa próprio, consórcios públicos, Sistema S e entidades privadas (não entregam esses relatórios no mesmo padrão), e os entes que não publicaram o demonstrativo de caixa do último ano fechado. A Câmara Municipal e a Assembleia não entram: os números são do Poder Executivo.
Recalculamos uma vez por mês, com os relatórios mais recentes publicados no Tesouro. A data do cálculo aparece em cada página.